Clínica Geral

Mitos e verdades sobre vitamina D: tomar sol é suficiente? 

Você sabe o que é preciso para manter os níveis adequados de vitamina D? Explicamos o que é mito e o que é verdade sobre o assunto para você tirar todas as suas dúvidas

Por Mantecorp Saúde

13/07/2026 - Última atualização: 13/07/2026

Imagem da notícia Mitos e verdades sobre vitamina D: tomar sol é suficiente? 

A vitamina D é um pró-hormônio essencial para a saúde, especialmente a saúde óssea, e pode ser obtido pela exposição ao sol, pelos alimentos e pela suplementação (SHA). Um componente tão importante para a saúde e cuja falta é tão comum, de fato, pode gerar muitas dúvidas1.

Afinal, o sol é suficiente para obtê-la ou é melhor reforçar a alimentação? Protetor solar impede a obtenção de vitamina D?

Listamos esses e outros mitos e verdades sobre a vitamina D a seguir. Informe-se e cuide bem da sua saúde.

O que é mito e o que é verdade sobre a vitamina D

Desde a obtenção (pelo sol, pela alimentação ou por suplementação) até seus efeitos no corpo, existem dúvidas muito comuns sobre a vitamina D. Descubra, a seguir, as respostas para as principais delas.

Mito ou verdade: sol dá vitamina D?

Não é à toa que a vitamina D é conhecida como a vitamina do sol2.

Apesar de serem necessários cuidados durante a exposição à luz solar, ela é responsável por cerca de 80% a 90% da vitamina D adquirida3,4. Porém, os raios UVB provenientes do sol apenas desencadeiam um fenômeno invisível dentro do corpo, esse sim capaz de gerar a vitamina D2.

Como a pele produz vitamina D pela exposição solar

Quando a pele é exposta ao sol, especialmente aos raios UVB, uma substância que já existe naturalmente no corpo chamada 7-desidrocolesterol é transformada em pré-vitamina D3. Depois, com o calor natural do próprio corpo, essa substância se converte em vitamina D3, que é a forma de vitamina D produzida pelo organismo2.

Por que tomar sol sem orientação não é uma recomendação segura

Tomar sol de maneira desprotegida não é uma atividade recomendada. Segundo a Academia Americana de Dermatologia, os raios UV do sol podem causar câncer de pele, inclusive do tipo melanoma3.

Mito ou verdade: tomar sol é suficiente para manter a vitamina D?

Embora a exposição ao sol represente de 80% a 90% da vitamina D adquirida, 10 a 20% da recomendação diária deve ser suprida pelos alimentos4. Além disso, há casos em que a suplementação com vitamina D pode ser benéfica.

A Sociedade de Endocrinologia dos Estados Unidos sugere a suplementação de vitamina D para pessoas de 1 a 18 anos, gestantes e indivíduos com pré-diabetes de alto risco, entre outros grupos5.

Lembre-se sempre de consultar seu médico antes de iniciar qualquer suplementação.

Por que algumas pessoas ainda podem precisar de avaliação e suplementação?

Mesmo sendo possível obter doses adequadas de vitamina D através da exposição solar, existem grupos de risco para hipovitaminose D que devem passar por exames e, a depender do resultado, receber suplementação:

  • idosos acima de 60 anos6;
  • indivíduos que não se expõem ao sol ou que tenham contraindicação à exposição solar6;
  • indivíduos com fraturas ou quedas recorrentes6;
  • gestantes e lactantes6;
  • pessoas com osteoporose (primária e secundária)6;
  • pesspas com doenças osteometabólicas, tais como raquitismo, osteomalácia, hiperparatireoidismo6;
  • pessoas com Doença Renal Crônica6;
  • pessaos com síndromes de má-absorção, como após cirurgia bariátrica e doença inflamatória intestinal6;
  • quem toma medicações que possam interferir com a formação e degradação da vitamina D, tais como terapia antirretroviral, glicocorticoides e anticonvulsivantes6.

Caso você pertença a algum desses grupos, consulte seu médico para verificar a necessidade de suplementação de vitamina D.

Mito ou verdade: protetor solar impede vitamina D?

Embora o protetor solar tenha reduzido os níveis de vitamina D por bloquear os raios UVB em estudos, painéis de especialistas sugerem que, na prática clínica e cotidiana de pessoas saudáveis, esse uso não chega a causar deficiência clínica da vitamina7,8,9.

Por que o protetor solar não deve ser abandonado

A exposição ao sol sem protetor solar está associada a diferentes tipos câncer de pele, incluindo o melanoma. Para proteger contra o câncer de pele induzido pela radiação UV, a Academia Americana de Dermatologia recomenda um plano abrangente de proteção solar que inclui:

  • preferir estar na sombra3;
  • usar roupas de proteção3;
  • aplicar um protetor solar de amplo espectro, resistente à água e com FPS 30 ou superior em toda a pele que não esteja coberta por roupas3.

Mulher sorridente aplicando protetor solar no rosto, ilustrando o debate sobre o uso de filtro solar e a absorção de vitamina D pelo organismo.

Mito ou verdade: trabalhar em ambiente fechado afeta vitamina D?

Uma revisão científica que avaliou os níveis de vitamina D em diferentes profissões mostrou que pessoas que trabalham em ambientes fechados, profissionais da saúde e pessoas que trabalham em turnos diferentes do horário comercial tradicional estão entre os grupos com maior risco de deficiência de vitamina D, provavelmente por terem menor exposição à luz solar no dia a dia10.

Em comparação com trabalhadores que atuam ao ar livre, aqueles que passam a maior parte do tempo em ambientes internos apresentaram níveis significativamente mais baixos da vitamina10.

Estudos apontam, ainda, que a poluição do ar comum em grandes centros urbanos pode estar associada a níveis mais baixos de vitamina D11.

Mito ou verdade: no inverno a vitamina D pode cair?

A vitamina D pode sofrer quedas no inverno, estação em que a exposição solar é menor12. E isso é verdade mesmo para um país tropical como o Brasil: um estudo que analisou as taxas de vitamina D em São Paulo, mostrou deficiência de vitamina D significativamente mais elevada durante o inverno em comparação com o verão13.

Mito ou verdade: pele negra produz menos vitamina D?

A melanina interfere na produção de vitamina D na pele. Por isso, pessoas negras com pele mais retinta estão suscetíveis a terem baixos níveis de vitamina D. No entanto, no caso de indivíduos saudáveis fora de grupos de risco, não há qualquer necessidade de realizar exames frequentes para avaliar a vitamina D apenas pela cor da pele5.

Mito ou verdade: alimentos com vitamina D resolvem a quantidade recomenada desse nutriente sozinhos?

A ingestão de vitamina D através dos alimentos, apesar de importante, é insuficiente para suprir toda a necessidade do organismo, correspondendo a cerca de 20% das fontes do hormônio4.

Quais alimentos têm vitamina D

A vitamina D é encontrada naturalmente em poucos alimentos. Entre os alimentos que contêm vitamina D estão alguns peixes gordurosos, óleo de fígado de peixe e ovos de galinha, além de alimentos fortificados em países que possuem regulamentações específicas para isso14. No Brasil, a Anvisa permite o enriquecimento de alimentos com vitamina D15.

Mito ou verdade: vitamina D é boa para os ossos?

Os suplementos de vitamina D são amplamente recomendados para a saúde óssea na população em geral16.

O nutriente desempenha um papel crucial na regulação dos níveis de cálcio e fósforo no organismo, o que é essencial para a saúde óssea. A baixa concentração pode estar associada com doenças esqueléticas, além de osteomalácia e osteoporose em adultos, bem como osteomalácia e raquitismo em crianças1.

Mito ou verdade: vitamina D ajuda a imunidade?

Estudos têm demonstrado uma forte correlação entre a vitamina D e a resposta imunológica, sugerindo que níveis baixos de vitamina D podem contribuir para a desregulação da resposta imune, além de ter um efeito protetor no caso de doenças autoimunes17.

No entanto, ainda faltam mais pesquisas para explicar os mecanismos e comprovar a ação17.

Mito ou verdade: falta de vitamina D causa queda de cabelo?

A vitamina D baixa pode estar relacionada a alguns tipos de alopecia, termo médico para a queda de cabelo. Mas ainda faltam estudos conclusivos que demonstrem os benefícios da administração de vitamina D para corrigir a queda de cabelo e auxiliar no tratamento18.

Caso você note queda de cabelo, a recomendação é sempre procurar um médico, seja um dermatologista, dermatologista tricologista, endocrinologista, ou mesmo um clínico geral, que pedirá os exames necessários para identificar a causa e orientará o tratamento adequado.

Mito ou verdade: falta de vitamina D causa depressão?

Um possível papel da vitamina D na fisiopatologia da depressão ainda não está totalmente explicado, porém existem estudos que sugerem que tanto a deficiência quanto a insuficiência de vitamina D podem ser fatores de risco para o desenvolvimento de novos casos de depressão19.

Além disso, a deficiência de vitamina D pode ser um fator para persistência dos sintomas depressivos em indivíduos que já apresentam depressão19.

Sintomas depressivos não devem ser ignorados, é importante buscar rede de apoio familiar e de amigos, psicólogos e médicos que possam dar suporte nesse momento.

Mito ou verdade: falta de vitamina D dá dor de cabeça?

Ainda não existe consenso sobre a prescrição de vitamina D na prática clínica para enxaqueca, mas estudos mostram que uma proporção significativa dos pacientes com dor de cabeça primária, enxaqueca, pode apresentar deficiência ou insuficiência de vitamina D20.

Além disso, as evidências atuais indicam que a administração de vitamina D, associada ao tratamento medicamentoso convencional, pode reduzir a frequência das crises de enxaqueca. No entanto, esses achados ainda são considerados iniciais20.

Antes de suplementar vitamina D, o que precisa ser avaliado?

O primeiro passo é consultar um médico e realizar os exames, principalmente no caso de pessoas que estão em grupos de risco, como idosos, gestantes e indivíduos com doenças crônicas. O médico irá se basear em dados de história clínica, exame físico e exames complementares para definir a necessidade de suplementar6.

Vale lembrar que, em adultos, a deficiência de vitamina D nem sempre apresenta sinais evidentes, mas pode estar associada a sintomas como fadiga, dor óssea, fraqueza muscular, dores ou cãibras musculares e alterações de humor21.

O médico poderá solicitar um exame de nível sérico de 25(OH)D, que pode demonstrar:

  • acima de 20 ng/mL é o valor desejável para população saudável (até 60 anos)6;
  • entre 30 e 60 ng/mL é o valor recomendado para grupos de risco como: idosos, gestantes, lactantes, pacientes com raquitismo/osteomalácia, osteoporose, pacientes com história de quedas e fraturas, hiperparatireoidismo, doenças inflamatórias, doenças autoimunes, doença renal crônica e síndromes de má-absorção (clínicas ou pós-cirúrgicas)6;
  • acima de 100 ng/mL: risco de toxicidade e hipercalcemia6.

Justamente por existir risco de toxicidade pela vitamina D, a suplementação deve ser feita sempre com acompanhamento profissional.

Addera Cal e Addera: quando a suplementação entra na conversa

A família Addera reúne diferentes apresentações de vitamina D e associações nutricionais, como opções com cálcio, vitamina K2 e magnésio, que podem fazer parte da suplementação quando houver orientação de um profissional de saúde. Essa variedade ajuda a adaptar a escolha às necessidades de cada pessoa, sem substituir avaliação, exames e acompanhamento.

O Programa Mantecorp Saúde apoia a jornada de quem suplementa vitamina D com informações valiosas, benefícios exclusivos e descontos especiais.

Perguntas frequentes sobre vitamina D, sol e suplementação

Tomar sol é suficiente? Pode passar protetor solar? Descubra a seguir as respostas para as perguntas mais frequentes sobre vitamina D.

Ilustração 3D de cápsula dourada com a letra D e estrutura molecular ao fundo, representando a vitamina D e sua relação com a luz solar.

Tomar sol é suficiente para vitamina D?

Embora a exposição ao sol represente a maior parte da síntese de vitamina D, 10 a 20% da recomendação diária deve ser suprida pelos alimentos4. Além disso, há casos em que a suplementação com vitamina D pode ser benéfica. Pessoas em grupos de risco, como idosos, gestantes e pessoas que não se expõem ao sol, devem realizar exames para uma possível suplementação6.

Protetor solar impede vitamina D?

Os estudos disponíveis ainda não são conclusivos para afirmar que o protetor solar impede a síntese de vitamina D. Embora o protetor solar tenha a capacidade de reduzir os níveis séricos de vitamina D, especialistas sugerem que, na prática clínica e cotidiana de pessoas saudáveis, esse uso não chega a causar deficiência clínica da vitamina7,8,9.

Quais alimentos têm vitamina D?

A vitamina D é encontrada naturalmente em alguns alimentos, como peixes gordurosos, óleo de fígado de peixe e ovos de galinha, além de alimentos fortificados com vitamina D14.

Vitamina D ajuda a imunidade?

Estudos têm demonstrado uma forte correlação entre a vitamina D e a resposta imunológica, sugerindo que níveis baixos de vitamina D podem contribuir para a desregulação da resposta imune e, ainda, um efeito protetor da vitamina D em doenças autoimunes17.

Falta de vitamina D causa queda de cabelo?

A vitamina D baixa pode estar relacionada a alguns tipos de alopecia, nome técnico da queda de cabelo. Mas ainda faltam estudos conclusivos que demonstrem os benefícios da administração de vitamina D para corrigir a queda de cabelo e auxiliar no tratamento18.

Falta de vitamina D causa depressão?

Um possível papel da vitamina D na fisiopatologia da depressão ainda é considerado especulativo, porém existem estudos que sugerem que tanto a deficiência quanto a insuficiência de vitamina D podem ser fatores de risco para o desenvolvimento de novos casos de depressão, além de favorecer a persistência dos sintomas depressivos em indivíduos que já apresentam depressão19.

Falta de vitamina D dá dor de cabeça?

Uma parte significativa dos pacientes com enxaqueca pode apresentar deficiência ou insuficiência de vitamina D. Além disso, a administração de vitamina D, associada ao tratamento medicamentoso convencional, pode estar associada a uma redução da frequência das crises de enxaqueca. Esses achados ainda são considerados iniciais20.

Quando devo avaliar suplementação de vitamina D?

Avalie consultar um médico para suplementação de vitamina D quando tiver algum fator de risco, como estar acima dos 60 anos, não se expor ao sol, ter histórico de fraturas ou quedas recorrentes, ser gestante ou lactante, ter osteoporose, entre outros6. Em adultos, a deficiência de vitamina D nem sempre dá sinais evidentes, mas pode estar associada a sintomas como fadiga, dor óssea, fraqueza muscular, dores ou cãibras musculares e alterações de humor21.

Importante: as informações apresentadas neste artigo têm finalidade educativa e não substituem a orientação de profissionais de saúde. A necessidade de exames, suplementação ou tratamento com vitamina D deve ser avaliada individualmente por um médico ou nutricionista. 

1. SHAH, V. P. et al. A systematic review supporting the Endocrine Society Clinical Practice Guidelines on Vitamin D. The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, Oxford, v. 109, n. 8, p. 1961-1974, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1210/clinem/dgae312. Acesso em: 31 maio 2026.

2. HOLICK, M. F. Sunlight, UV radiation, vitamin D, and skin cancer: how much sunlight do we need? Advances in Experimental Medicine and Biology, New York, v. 624, p. 1-15, 2008. DOI: 10.1007/978-0-387-77574-6_1. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18348443/. Acesso em: 31 maio 2026.

3. ACADEMY OF DERMATOLOGY (AAD). Vitamin D. Rosemont: AAD, [2024]. Disponível em: https://www.aad.org/media/stats-vitamin-d. Acesso em: 31 maio 2026.

4. BRASIL. Ministério da Saúde. Essencial para o corpo, vitamina D tem como principal forma de absorção a exposição correta ao sol. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/agosto/essencial-para-o-corpo-vitamina-d-tem-como-principal-forma-de-absorcao-a-exposicao-correta-ao-sol. Acesso em: 31 maio 2026.

5. DEMAY, M. B. et al. Vitamin D for the Prevention of Disease: An Endocrine Society Clinical Practice Guideline. The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, Oxford, v. 109, n. 8, p. 1907–1947, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1210/clinem/dgae290. Acesso em: 31 maio 2026.

6. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA (SBEM); SOCIEDADE BRASILEIRA DE PATOLOGIA CLÍNICA/MEDICINA LABORATORIAL (SBPC/ML). Posicionamento Oficial da SBPC/ML e da SBEM: Intervalos de Referência da Vitamina D - 25(OH)D. Rio de Janeiro: SBEM/SBPC, 2020. Disponível em: https://www.endocrino.org.br/media/uploads/PDFs/posicionamentooficial_sbpcml_sbem_-final(1).pdf. Acesso em: 31 maio 2026.

7. NEALE, R. E. et al. The effect of sunscreen on vitamin D: a review. British Journal of Dermatology, [S. l.], v. 181, n. 5, p. 907-915, 2019. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30945275/. Acesso em: 31 maio 2026.

8. GATTA, E.; CAPPELLI, C. Sunscreen and 25-hydroxyvitamin D levels: friends or foes? A systematic review and meta-analysis. Endocrine Practice, v. 31, n. 6, p. 839-848, 2025. DOI: 10.1016/j.eprac.2025.03.014. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40246233/. Acesso em: 31 maio 2026.

9. PASSERON, T. et al. Sunscreen photoprotection and vitamin D status. British Journal of Dermatology, Oxford, v. 181, n. 5, p. 916-931, 2019. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31069788/. Acesso em: 31 maio 2026.

10.SOWAH, D. et al. Vitamin D levels and deficiency with different occupations: a systematic review. BMC Public Health, Londres, v. 17, art. 519, 2017. DOI: 10.1186/s12889-017-4436-z. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28637448/. Acesso em: 31 maio 2026.

11. YANG, C. et al. Ambient Air Pollutions Are Associated with Vitamin D Status. International Journal of Environmental Research and Public Health, Basel, v. 18, n. 13, p. 6887, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.3390/ijerph18136887. Acesso em: 31 maio 2026.

12. KASAHARA, A. K.; SINGH, R. J.; NOYMER, A. Vitamin D (25OHD) serum seasonality in the United States. PLoS ONE, San Francisco, v. 8, n. 6, e65785, 2013. DOI: 10.1371/journal.pone.0065785. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23805188/. Acesso em: 31 maio 2026.

13. ELOI, M. et al. Vitamin D deficiency and seasonal variation over the years in São Paulo, Brazil. Osteoporosis International, [s. l.], v. 27, n. 12, p. 3449-3456, 2016. DOI 10.1007/s00198-016-3670-z. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27339172/. Acesso em: 31 maio 2026.

14. BENDIK, I. et al. Vitamin D: a critical and essential micronutrient for human health. Frontiers in Physiology, [s. l.], v. 5, art. 248, p. 1-14, 11 jul. 2014. DOI: https://doi.org/10.3389/fphys.2014.00248. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25071593/. Acesso em: 31 mai. 2026.

15. ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução de Diretoria Colegiada - RDC nº 714, de 1º de julho de 2022. Dispõe sobre os requisitos sanitários dos suplementos alimentares. Brasília, DF: ANVISA, 2022. Disponível em: https://anvisalegis.datalegis.net/action/ActionDatalegis.php?acao=abrirTextoAto&link=S&tipo=RDC&numeroAto=00000714&seqAto=002&valorAno=2022&orgao=RDC/DC/ANVISA/MS&cod_modulo=310&cod_menu=8542. Acesso em: 31 maio 2026.

16. LEBOFF, M. S. et al. Supplemental Vitamin D and Incident Fractures in Midlife and Older Adults. The New England Journal of Medicine, v. 387, n. 4, p. 299-309, 28 jul. 2022. DOI 10.1056/NEJMoa2202106. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35939577/. Acesso em: 31 maio 2026.

17. GHASEMINEJAD-RAEINI, A. et al. Immunomodulatory actions of vitamin D in various immune-related disorders: a comprehensive review. Frontiers in Immunology, Lausanne, v. 14, art. 950465, 2023. DOI: 10.3389/fimmu.2023.950465. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37520529/. Acesso em: 31 maio 2026.

18. SAINI, K. et al. Role of vitamin D in hair loss: a short review. Journal of Cosmetic Dermatology, Hoboken, v. 20, n. 11, p. 3407-3414, 2021. DOI: 10.1111/jocd.14421. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34553483/. Acesso em: 31 maio 2026.

19. RONALDSON, A. et al. Prospective associations between vitamin D and depression in middle-aged adults: findings from the UK Biobank cohort. Psychological Medicine, Cambridge, v. 53, n. 5, p. 1908-1918, 2023. DOI: 10.1017/S0033291721003686. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9340850/. Acesso em: 31 maio 2026.

20. GHORBANI, Z. et al. Vitamin D in migraine headache: a comprehensive review on literature. Neurological Sciences, Milão, v. 40, n. 12, p. 2459-2477, 2019. DOI: 10.1007/s10072-019-04021-z. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31377873/. Acesso em: 31 maio 2026.

21. CLEVELAND CLINIC. Vitamin D & Vitamin D Deficiency. Cleveland: Cleveland Clinic, 2022. Disponível em: https://my.clevelandclinic.org/health/diseases/15050-vitamin-d-vitamin-d-deficiency. Acesso em: 31 maio 2026.

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