Clínica Geral

Trometamol cetorolaco: indicações e ação esperada do analgésico AINE

Entenda para que serve o trometamol cetorolaco, em quais situações ele pode ser indicado e quais cuidados são importantes antes do uso

Por Mantecorp Saúde

08/09/2026 - Última atualização: 08/09/2026

Imagem da notícia Trometamol cetorolaco: indicações e ação esperada do analgésico AINE

Importante: este material destina-se exclusivamente a fins educacionais e informativos. As informações aqui apresentadas não substituem o julgamento clínico do profissional de saúde nem devem ser usadas como base única para decisões diagnósticas ou terapêuticas.

trometamol cetorolaco é uma substância da classe dos anti-inflamatórios não esteroidais (AINE), indicada para aliviar dores agudas, de moderadas a intensas. Trata-se de um medicamento sob prescrição e é importante que o paciente saiba que ele não deve ser usado de forma contínua ou sem orientação médica1,2.

O medicamento tem potente ação analgésica3, mas não é indicado para dores crônicas. Além disso, o uso indevido pode causar efeitos adversos graves no estômago, nos rins e até mesmo no sistema cardiovascular1,2.

Trometamol cetorolaco: para que serve?

O trometamol cetorolaco é indicado para aliviar dores agudas, que vão de moderadas a intensas1, como as dores do pós-operatório2. É um medicamento usado em tratamentos de curto prazo1.

A substância é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) e, embora ajude a aliviar a dor e a inflamação, esse medicamento não trata necessariamente a causa do problema1,2.

São indispensáveis a indicação e o acompanhamento médico para o uso dessa medicação1,2.

Como o trometamol cetorolaco age no organismo?

Para entender a atuação do trometamol cetorolaco é preciso, primeiro, relembrar como funciona o processo da dor.

Quando há uma lesão ou inflamação, o corpo produz substâncias chamadas prostaglandinas. Elas participam da resposta inflamatória e ajudam a deixar a região mais sensível, favorecendo sintomas como dor e, em alguns casos, febre2.

O trometamol cetorolaco age reduzindo a produção dessa substância – e, com isso, ajuda a diminuir a dor e a inflamação1,2.

Resposta pode variar conforme o quadro clínico

Mesmo com dosagens parecidas, a resposta ao trometamol cetorolaco pode variar de uma pessoa para outra1. Isso porque diversas questões podem influenciar o efeito esperado e a segurança do tratamento, como o tipo de dor, a causa do problema, o estado geral de saúde do paciente, a idade, a função renal, o histórico gastrointestinal e até os hábitos alimentares1,2.

Pessoas que ingerem alimentos com muita gordura, por exemplo, podem ter alterações no tempo de ação para atingir o pico do medicamento2.

Portanto, antes de prescrever essa medicação, se for o caso, é recomendado avaliar o quadro e o estado geral do paciente para entender se tal opção é a mais indicada.

Apresentações do medicamento

O trometamol cetorolaco está disponível no Brasil em várias formas farmacêuticas, como mostram os registros desse medicamento na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)4.

A apresentação sublingual é uma das mais comuns. Veja detalhes na tabela:

Apresentação Observação
Comprimido sublingual Via oral. Dissolve embaixo da língua e pode favorecer alívio mais rápido que a via oral comum1,3
Comprimido revestido Via oral. Comprimidos devem ser engolidos com água
Solução injetável Uso parenteral
Solução oftálmica Uso ocular

 

A escolha da apresentação cabe ao profissional de saúde, conforme o caso.

Trometamol cetorolaco sublingual: o que muda nessa apresentação?

Na apresentação sublingual, o comprimido é colocado embaixo da língua e deve permanecer ali até se dissolver completamente, sem ser mastigado ou engolido1,3.

Por se desintegrar rapidamente e ser absorvido pela mucosa abaixo da língua, o trometamol cetorolaco nesta forma farmacêutica pode favorecer um alívio mais rápido da dor em comparação à via oral comum1,3.

O uso do trometamol cetorolaco sublingual também pode ser mais prático e confortável para algumas pessoas, especialmente quando há dificuldade para engolir comprimidos convencionais3.

Mas lembre-se: o tempo de ação pode variar de pessoa para pessoa. E é o profissional de saúde quem deve orientar sobre a forma de uso do medicamento, se indicado1,2.

Trometamol cetorolaco dá sono? Conheça outros possíveis efeitos colaterais

Apesar de não ser um medicamento sedativo nem ter ação ansiolítica, o trometamol cetorolaco pode causar sonolência em algumas pessoas. Esse efeito pode aparecer como uma reação individual ao medicamento e, em alguns casos, vir acompanhado de tontura, alteração visual ou dor de cabeça1,2.

Reações adversas gastrointestinais

Mulher sentada no chão do quarto com a mão na testa e sinais de mal-estar, ilustrando possíveis efeitos colaterais do trometamol cetorolaco.

 

Assim como outros anti-inflamatórios não esteroidais, o trometamol cetorolaco também pode causar efeitos no trato gastrointestinal1,2. Entre os sintomas possíveis estão:

  • dor abdominal1,2;
  • azia1,2;
  • má digestão1,2;
  • náusea1,2;
  • vômito1,2;
  • diarreia1,2;
  • constipação1,2.

 

Outros efeitos indesejados

Em algumas pessoas, também podem ocorrer inchaço, retenção de líquidos e alterações na função dos rins, especialmente em pacientes com doença renal, desidratação, uso de diuréticos ou idade avançada1,2.

Sinais que exigem atenção imediata

É necessário orientar o paciente a interromper o uso do trometamol cetorolaco e procurar atendimento médico imediato diante de sintomas como: dor forte no estômago, vômito com sangue, fezes escuras ou com sangue, falta de ar, inchaço no rosto ou na garganta, reação alérgica na pele, redução importante da urina, dor no peito, fraqueza intensa, desmaio ou sangramentos incomuns1.

Também é essencial que se procure atendimento se a dor não melhorar, se piorar ou se vier acompanhada de febre persistente, rigidez, confusão mental ou outros sinais fora do esperado1.

Trometamol cetorolaco: contraindicações e cuidados antes do uso

O trometamol cetorolaco é um anti-inflamatório não esteroidal vendido sob prescrição, tem contraindicações importantes1,2.

De forma geral, ele é contraindicado para pessoas com:

  • histórico de úlcera ou sangramentos no estômago ou intestino1,2;
  • problemas de coagulação1,2;
  • alto risco de hemorragia1,2;
  • alergia a anti-inflamatórios não esteroidais ou ao ácido acetilsalicílico, também conhecido como AAS1,2;
  • insuficiência renal moderada a grave1,2;
  • suspeita de dengue1.

 

O uso também pode ser contraindicado ou exigir cuidado especial em gestantes, pessoas em trabalho de parto, lactantes e pacientes com doenças cardiovasculares, histórico de infarto, AVC, asma ou doença intestinal inflamatória1,2.

O médico sempre deve estar atento a essas condições e ao histórico do paciente antes de prescrever essa ou outra medicação.

Médica mostra informações em tablet a uma paciente em consultório, orientando sobre situações em que o trometamol cetorolaco é contraindicado.

 

Interações e uso com outros medicamentos

A combinação do trometamol cetorolaco com outros medicamentos, como anti-inflamatórios, ácido acetilsalicílico, anticoagulantes, corticoides, alguns antidepressivos, diuréticos e anti-hipertensivos, por exemplo, também pode aumentar o risco de efeitos adversos1,2.

Por isso, o médico deve ter conhecimento de todos os remédios em uso do paciente, incluindo medicamentos prescritos, produtos de venda livre, fitoterápicos e suplementos.

A combinação de medicamentos por conta própria pode ser perigosa, mesmo quando os produtos parecem comuns ou já foram usados anteriormente, e cabe ao profissional de saúde sempre reforçar tal alerta a seus pacientes.

Dúvidas frequentes sobre trometamol cetorolaco

Agora que você já entendeu como funciona o trometamol cetorolaco, confira as respostas para as principais dúvidas e veja como orientar seus pacientes.

Para que serve o trometamol cetorolaco?

O trometamol cetorolaco serve para tratar, a curto prazo, dores agudas, de moderadas a intensas1,2.

Trometamol cetorolaco é antiinflamatório?

Sim. Ele é um anti-inflamatório não esteroidal, também conhecido como AINE, com ação contra dor e inflamação1,2,3.

Trometamol cetorolaco dá sono?

O medicamento pode dar sono em algumas pessoas, embora não seja um sedativo. A sonolência pode vir acompanhada de tontura, alteração visual ou dor de cabeça1,2.

Trometamol cetorolaco sublingual age mais rápido?

A apresentação sublingual se dissolve embaixo da língua e pode agir mais rápido no alívio da dor. Mas é importante lembrar que o tempo de ação pode variar de pessoa para pessoa e que o profissional de saúde é quem deve indicar a forma farmacêutica mais adequada para o caso1,3.

Quais são os efeitos colaterais do trometamol cetorolaco?

Os possíveis efeitos colaterais incluem dor abdominal, azia, má digestão, náusea, vômito, diarreia, constipação, tontura, sonolência, dor de cabeça, inchaço e alterações renais1,2.

Quem não deve usar trometamol cetorolaco?

O trometamol cetorolaco é contraindicado para pessoas com histórico de úlcera, sangramentos no estômago ou intestino, problemas de coagulação, alto risco de hemorragia, alergia a AINEs ou ao ácido acetilsalicílico, insuficiência renal moderada a grave ou suspeita de dengue1,2.

Também não deve ser usado durante gravidez, trabalho de parto ou amamentação1,2.

A partir daqui, vamos abordar questões mais técnicas sobre o medicamento que podem auxiliar no dia a dia na clínica médica. Para continuar lendo, faça o login abaixo.

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Kelac no contexto do tratamento da dor aguda

Kelac é um medicamento de Mantecorp Farmasa, similar, equivalente ao medicamento de referência. É apresentado em comprimidos sublinguais. Cada comprimido contém 10 mg de trometamol cetorolaco1.

Kelac é um medicamento sob prescrição, indicado para o tratamento de curto prazo da dor aguda moderada a intensa1.

Mecanismo de ação do Kelac

Kelac é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE), com ação analgésica1. Ele não é um opioide e não apresenta efeito sobre receptores opiáceos1.

O trometamol cetorolaco ainda pode ser considerado um analgésico de atividade periférica1.

Tempo de ação do medicamento

O início de ação descrito em bula ocorre entre 20 e 60 minutos, com concentração plasmática máxima geralmente atingida entre 30 e 53 minutos. Esse tempo pode variar conforme fatores como ingestão alimentar, idade e condições clínicas do paciente1.

A absorção é rápida, e a biodisponibilidade oral é estimada entre 80% e 100%1. A Tmax pode ocorrer mais tardiamente em idosos, em pacientes com doença renal ou hepática e após ingestão de alimentos ricos em gordura1,2.

Comparação da eficácia entre trometamol cetorolaco e outros anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs)

A bula do Kelac apresenta estudos que avaliaram o uso do cetorolaco em diferentes contextos de dor aguda, incluindo dor pós-operatória e lombalgia aguda de intensidade moderada a grave1.

Trometamol cetorolaco versus Cetoprofeno

Em um estudo prospectivo, randomizado e duplo-cego com 24 pacientes submetidos à uvulopalatofaringoplastia (UPFP), 14 receberam cetorolaco e 10 receberam cetoprofeno. A avaliação considerou a intensidade da dor, por escala visual analógica, e a necessidade de uso associado de opioide, no caso, tramadol1,5.

Nesse cenário, o cetorolaco foi mais eficaz que o cetoprofeno no controle da dor pós-operatória imediata, com menor intensidade de dor e menor necessidade de opioide5.

Trometamol cetorolaco versus Naproxeno

A bula também descreve dois estudos comparando trometamol cetorolaco e naproxeno no tratamento da lombalgia aguda de intensidade moderada a grave. Em um ensaio com cerca de 78 pacientes, o trometamol cetorolaco sublingual demonstrou não inferioridade em relação ao naproxeno1.

Resultado semelhante foi observado em outro ensaio clínico, com 83 pacientes, no qual a apresentação sublingual de trometamol cetorolaco foi comparada ao naproxeno em comprimidos no tratamento de lombalgia aguda moderada a grave, também demonstrando não inferioridade em relação ao comparador1.

Trometamol cetorolaco: posologia e modo de usar

Os comprimidos sublinguais de Kelac devem ser colocados e mantidos abaixo da língua até a completa dissolução1.

Em adultos até 65 anos, a dose recomendada é de 10 mg a 20 mg em dose única ou 10 mg a cada 6 a 8 horas. A dose máxima diária não deve exceder 60 mg1.

Em adultos com mais de 65 anos, pacientes com menos de 50 kg ou pacientes com insuficiência renal, a dose recomendada é de 10 mg a 20 mg em dose única ou 10 mg a cada 6 a 8 horas. Nesses casos, a dose máxima diária não deve exceder 40 mg1.

O tempo total de tratamento não deve superar 5 dias. A bula reforça que o uso por período superior a esse pode aumentar o risco de eventos graves renais, cardiovasculares e gastrointestinais1.

Uso concomitante de trometamol cetorolaco: o que avaliar antes da prescrição?

O uso concomitante de trometamol cetorolaco pode ter diferentes implicações na prática clínica. Em alguns contextos, como no manejo da dor pós-operatória, sua associação com opioides pode contribuir para a analgesia multimodal1,5.

Por outro lado, a combinação com determinados medicamentos exige cautela ou é contraindicada, devido ao aumento do risco de eventos adversos1,2. Saiba mais a seguir.

Trometamol cetorolaco e opioides: papel na analgesia multimodal

Uma revisão sobre o uso do cetorolaco no manejo da dor pós-operatória em crianças observou que, em estudos clínicos com crianças e adultos, a associação entre cetorolaco e opioides apresentou ação sinérgica no controle da dor6.

Essa combinação melhorou o grau e a qualidade do alívio da dor, além de permitir menor necessidade de opioides e reduzir eventos adversos associados a essa classe, como depressão respiratória, náuseas e vômitos6.

O estudo também observou recuperação mais precoce da função intestinal após cirurgia abdominal em pacientes tratados com cetorolaco, em comparação aos opiáceos6.

Uso de Kelac com outros AINEs ou medicamentos de outras classes: quando ter cautela na rotina clínica

Já o uso concomitante de Kelac com outros AINEs deve ser evitado, incluindo inibidores seletivos de COX-2. A associação pode aumentar o risco de eventos adversos1,2.

Também é necessário ter cautela com medicamentos que aumentam o risco de sangramento ou ulceração gastrointestinal, como anticoagulantes, heparina, trombolíticos, antiagregantes plaquetários, corticoides e alguns antidepressivos1,2.

Anti-hipertensivos e diuréticos também exigem atenção. AINEs podem reduzir ou reverter o efeito anti-hipertensivo e diminuir a eficácia diurética, além de aumentar o risco de insuficiência renal secundária1,2.

Em pacientes em uso de antidiabéticos orais ou insulina, pode haver aumento do efeito hipoglicemiante. O uso concomitante com lítio pode elevar sua concentração sérica, e o uso com metotrexato pode aumentar a gravidade de efeitos adversos renais1.

A associação com probenecida, pentoxifilina, sais de lítio, ácido acetilsalicílico ou outros AINEs também é contraindicada1,2.

Trometamol cetorolaco: efeitos colaterais e reações adversas

Entre os efeitos adversos comuns do trometamol cetorolaco estão dor abdominal com cólicas, diarreia, tontura, sonolência, dispepsia, edema, cefaleia e náusea, como mencionado anteriormente1. É essencial que o profissional de saúde conheça também outras possíveis reações da substância no organismo.

Reações incomuns incluem dermatite alérgica, constipação, hiperidrose, hipertensão, flatulência, prurido, exantema cutâneo, estomatite, urticária e vômitos1.

Reações raras, mas clinicamente relevantes, incluem1:

  • úlcera péptica aguda com hemorragia e perfuração1;
  • anafilaxia1;
  • sangramento de feridas1;
  • sangue nas fezes1;
  • dispneia1;
  • epistaxe1;
  • hepatite1;
  • hematúria1;
  • nefrite1;
  • palpitações1;
  • inibição da agregação plaquetária1;
  • sangramento retal1;
  • falência renal1;
  • síndrome de Stevens-Johnson1;
  • trombocitopenia1;
  • acidente vascular cerebral1;
  • hemorragia e perfuração gastrointestinal1;
  • infarto do miocárdio1;
  • facilidade para contusão ou hemorragia1;
  • dificuldade para respirar1.

 

Quando repensar a prescrição

A prescrição de Kelac deve ser reavaliada quando houver fatores de risco que aumentem a chance de eventos gastrointestinais, renais, cardiovasculares ou hemorrágicos1.

O medicamento é contraindicado em pacientes com histórico de úlcera péptica, sangramento ou perfuração gastrointestinal, hemorragia digestiva recorrente, sangramento cerebrovascular suspeito ou confirmado, distúrbios de coagulação, hemofilia e situações de alto risco de sangramento1.

O uso também não é recomendado para pacientes com histórico de reação alérgica ao ácido acetilsalicílico ou a inibidores da síntese de prostaglandinas1.

Outras situações descritas como contraindicações incluem insuficiência renal moderada a grave, risco de falência renal por hipovolemia ou desidratação, insuficiência cardíaca crônica, doença cardiovascular, maior risco cardiovascular, histórico de infarto do miocárdio, AVC, colite ulcerosa, história de asma, gravidez, parto e lactação1,2.

A bula também contraindica o uso em caso de suspeita de dengue, pelo risco aumentado de sangramentos1.

1- Kelac® (trometamol cetorolaco) [Bula para o profissional da saúde]. Medicamento sob prescrição. Comprimido sublingual 10 mg. Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.

2 - Mahmoodi AN, Patel P, Kim PY. (2024). Ketorolac. StatPearls. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK545172/. Acesso em: 23 jun. 2026.

3 - Morais DC, Abreu CS, Gonzaga HG, Lourenço DMR, Saab DBP, Cunha LFR, et al. (2021). Avaliação da bioequivalência de duas formulações de trometamol cetorolaco - 10 mg comprimidos sublinguais - em voluntários saudáveis, de ambos os sexos em condições de jejum. Brazilian Journal of Health Review, 4(5), 19695–19708. Disponível em: https://doi.org/10.34119/bjhrv4n5-100. Acesso em: 23 jun. 2026.

4 - Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Consulta a registro de medicamentos - medicamentos registrados. Disponível em: https://consultas.anvisa.gov.br/#/medicamentos/q/?nomeProduto=trometamol%20cetorolaco. Acesso em: 12 jul. 2026.

5 - Patrocínio LG, Rangel MO, Miziara GSM, Rodrigues AM, Patrocínio JA, Patrocínio TG. (2007). Estudo comparativo entre cetorolaco e cetoprofeno no controle da dor pós-operatória de uvulopalatofaringoplastia. Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, 73(3), 339–342. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rboto/a/rTFsV7hMt33F98dmhGjSqZm/. Acesso em: 23 jun. 2026.

6 - Forrest JB, Heitlinger EL, Revell S. (1997). Ketorolac for postoperative pain management in children. Drug Safety, 16(5), 309–329. Disponível em: https://doi.org/10.2165/00002018-199716050-00003. Acesso em: 23 jun. 2026.

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