Vitamina D

Como funciona e para que serve a vitamina D?

Diferente do que muitos pensam, a importância da vitamina D vai além do sistema imunológico! Ela serve para ajudar na absorção de minerais, na manutenção da saúde óssea e também está relacionada ao funcionamento do nosso sistema nervoso, do nosso metabolismo e dos músculos.

Por Mantecorp Saúde

30/10/2026 - Última atualização: 30/10/2026

Imagem da notícia Como funciona e para que serve a vitamina D?

Entender para que serve a vitamina D é importante para compreender como esse nutriente contribui para o funcionamento do organismo.  

Trata-se de uma vitamina lipossolúvel que pode ser obtida pela alimentação e também produzida pelo corpo quando a pele é exposta ao sol, passando depois por processos de ativação no fígado e nos rins1,3. 

Entre suas principais funções, estão o auxílio na absorção de minerais como cálcio, fósforo e magnésio, além da participação na formação e na manutenção dos ossos2,3. A vitamina D também está relacionada ao funcionamento do sistema imunológico, do sistema nervoso, do metabolismo e dos músculos1. 

A seguir, entenda melhor como essa vitamina atua no organismo e quais são as formas de manter níveis adequados no dia a dia. 

Resumo 

  • A vitamina D serve para auxiliar na absorção de minerais e na manutenção de ossos fortes, além de participar do funcionamento do sistema imunológico, nervoso e muscular1,2,3;
  • A recomendação diária varia conforme a idade e os níveis de vitamina D no organismo. Em adultos até 65 anos, costuma ficar entre 400 e 800 UI por dia, podendo ser maior em pessoas mais velhas ou em casos de deficiência3;
  • A deficiência pode causar dores ósseas, fraqueza muscular e maior risco de fraturas2,3. Também pode estar associada a cansaço frequente e maior suscetibilidade a infecções3;
  • O tratamento pode envolver exposição ao sol, alimentação com fontes da vitamina e suplementação quando indicada por um profissional de saúde1,2,3. 

O que é e qual a função da vitamina D? 

É um nutriente lipossolúvel fundamental para o equilíbrio do organismo. Diferente da maioria das vitaminas, pode ser obtida pela alimentação e também produzida pelo próprio corpo quando a pele é exposta à luz solar. Depois dessa produção inicial, passa por transformações no fígado e nos rins até se tornar ativa1,3. 

Na sua forma ativa, chamada calcitriol, a vitamina D participa de diversos processos importantes do organismo2,3.

Assim, ao entender para que serve a vitamina D no corpo, é possível perceber que esse nutriente exerce funções como: 

  • aumentar a absorção de cálcio, fósforo e magnésio no intestino3;
  • contribuir para a formação, crescimento e reparação dos ossos2;
  • participar da mineralização óssea, ajudando a manter ossos mais fortes e densos2. 

Além disso, a vitamina D também está envolvida em outras funções importantes do corpo, como funcionamento do sistema imunológico, atividades do sistema nervoso e cerebral, processos metabólicos e funcionamento adequado de músculos e diversos órgãos1. 

De modo geral, a vitamina D pode ser encontrada em duas formas principais2,3: 

Vitamina D2 (ergocalciferol)

Obtida a partir de fontes vegetais e de leveduras, sendo utilizada em alguns tipos de suplementação.

Vitamina D3 (colecalciferol)

Produzida na pele pela ação da luz solar e também presente em alimentos como peixes gordurosos, gema de ovo e produtos fortificados.

Essa forma costuma ser considerada mais eficiente para aumentar os níveis de vitamina D no organismo e, por isso, é frequentemente utilizada em suplementos. 

Agora que entende o que é e para que serve a vitamina D, confira a quantidade ideal para o bom funcionamento do corpo.  

Qual é a quantidade necessária de vitamina D? 

A quantidade diária necessária de vitamina D pode variar conforme fatores como idade, níveis da vitamina no sangue e presença de deficiência. Em adultos com até 65 anos que têm pouca exposição solar, a ingestão recomendada geralmente fica entre 400 e 800 UI por dia3. 

Para pessoas com 65 anos ou mais, a recomendação normalmente é um pouco mais alta, ficando entre 800 e 1.000 UI diárias3.  

Quando exames mostram níveis baixos da vitamina no organismo, o profissional de saúde pode indicar doses maiores por um período limitado. Após essa correção, geralmente é adotada uma dose de manutenção diária3. 

De forma geral, não se recomenda consumir mais de 4.000 UI por dia sem orientação médica3. 

Quais são os sintomas da falta de vitamina D? 

A falta de vitamina D pode trazer diferentes impactos para o organismo, principalmente para ossos e músculos.

Em adultos, por exemplo, níveis baixos da vitamina podem levar à perda de força óssea, causando dores e aumentando a probabilidade de fraturas, sobretudo na coluna, pelve e pernas2,3.  

Em pessoas idosas, essa fragilidade tende a ser mais intensa, e fraturas de quadril podem acontecer mesmo após quedas de menor impacto2. 

Essa deficiência também interfere no equilíbrio de minerais importantes, como cálcio e fósforo, o que pode contribuir para dores nos ossos e fraqueza muscular1.  

Durante a infância, a carência da vitamina pode provocar raquitismo, enquanto em adultos está relacionada ao agravamento e desenvolvimento de osteoporose, especialmente em pessoas mais velhas, fase em que a capacidade da pele de produzir vitamina D costuma diminuir2,3. 

Outros sinais que podem estar associados à deficiência de vitamina D incluem3: 

  • cansaço ou fadiga3;
  • dores nas articulações (artralgias)3;
  • espasmosmusculares (fasciculações)3. 

Você já sabe para que serve a vitamina D e quais são os sintomas de falta do nutriente, agora, confira os possíveis tratamentos. 

Quais são os tratamentos para a falta de vitamina D? 

O tratamento da deficiência de vitamina D costuma envolver três estratégias principais: exposição ao sol, alimentação e suplementação, escolhidas de acordo com as necessidades de cada pessoa1,2,3. 

Em geral, sugere-se cerca de 5 a 30 minutos de exposição solar, diariamente ou pelo menos duas vezes por semana, preferencialmente entre 10h e 16h, com variações conforme o tom de pele1.  

Apesar disso, é prudente limitar o tempo total de exposição e adotar medidas fotoprotetoras sempre que necessário, para evitar o excesso de radiação UV e reduzir o risco de câncer de pele1. 

A alimentação também pode contribuir para a ingestão de vitamina D, embora normalmente não seja suficiente para corrigir uma deficiência sozinha. Alguns alimentos que contêm a vitamina são gema de ovo, cogumelos, atum e produtos fortificados, como leites e cereais enriquecidos1. 

Em muitas situações, é necessário recorrer à suplementação, especialmente em idosos, pessoas com pouca exposição solar, indivíduos acamados ou com alterações na absorção intestinal2,3. 

Nesses casos, a reposição pode ser feita com vitamina D2 ou vitamina D3, com doses definidas de acordo com os níveis sanguíneos e a gravidade da deficiência. Após a normalização dos níveis, geralmente é indicada uma dose diária de manutenção para ajudar a manter o equilíbrio da vitamina no organismo3. 

Para quem precisa de reposição, é fundamental buscar produtos de qualidade e seguir orientação profissional.

A linha Addera, da Mantecorp Farmasa, oferece diversas opções de vitamina D, incluindo variações combinadas a outros ativos importantes para a manutenção da saúde, como cálcio, magnésio e vitaminas4. 

Agora que você já entende a importância da vitamina D, converse com seu médico para avaliar os seus níveis e descobrir qual a opção mais segura e adequada para o seu caso. 

 

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Material informativo. Não substitui a consulta médica nem a leitura da bula. Em caso de dúvidas sobre seu tratamento, converse sempre com o seu médico. 

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